Adeus, Quero o Primeiro Lugar
Há dezasseis anos, Inês salvou um menino sequestrado. Aquele menino, Henrique, depois, presidente do Grupo Ferreira, se escondeu de identidade para procurar Inês. No entanto, confundiu Íris com a menina que procurava, e acabou magoando Sílvia várias vezes. No Campeonato Nacional, gravemente ferida, Sílvia conquistou o título com sua força de vontade. Depois da competição, Sílvia desapareceu. E Henrique finalmente descobriu, quem é verdadeira Inês…
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Quando o passado pedala de volta
A transição do café para a pista de esportes em Adeus, Quero o Primeiro Lugar é um golpe de mestre. O menino de pijama listrado observando a menina de bicicleta com rodinhas? Não é só nostalgia — é a metáfora perfeita: ela avança, ele ainda está parado. O tempo passou, mas alguns ficaram no mesmo círculo. 🚲
Detalhes que gritam mais que os diálogos
Note as mãos: uma segura o boneco com firmeza, a outra toca levemente o vidro. Em Adeus, Quero o Primeiro Lugar, cada gesto é um capítulo. Até o ‘Cinco anos depois’ na tela funciona como um suspiro coletivo. Elas não discutem o que aconteceu — elas *carregam* isso. E o pior? Nenhuma delas quer ser a primeira a desistir. 💔
A bicicleta com rodinhas como símbolo da maturidade não alcançada
Na pista, a menina ri ao pedalar — mas as rodinhas ainda estão lá. Em Adeus, Quero o Primeiro Lugar, isso não é infantilidade, é resistência. Enquanto o mundo exige que cresçamos, ela escolhe andar com segurança. E ele, no fundo, ainda veste pijama. Alguns nunca saem da fase de recuperação. 🌧️
O branco e o preto não são cores — são posições
Elas sentam frente a frente como se estivessem em um tribunal sem juiz. Em Adeus, Quero o Primeiro Lugar, o figurino não é acidental: branco = defesa, preto = acusação. Mas quem realmente está julgando? A câmera, nós, ou aquelas pequenas figuras de acrílico que sorriem inocentemente? A verdade é que ninguém ganha quando o primeiro lugar é só uma ilusão. ⚖️
O silêncio entre duas mulheres que já não precisam falar
A cena do café em Adeus, Quero o Primeiro Lugar é pura poesia visual: duas ex-amigas, roupas opostas (branco vs preto), olhares que dizem mais que palavras. Os bonecos de acrílico na mesa? Um detalhe genial — lembranças infantis que ainda estão ali, mesmo depois de cinco anos. A tensão é suave, mas presente. 🫶