Imperatriz com Sistema de Compras
Antonella, imperatriz de Verdanópolis, foi rejeitada e morta por Valentina. Uma médica moderna reencarnou nela, emagreceu, brilhou com tecnologia e curou o imperador aposentado. O imperador se apaixonou, mas ela o rejeitou e partiu para viver livre pelo mundo.
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Quando a TV decide virar o palco da vida real
Nesta cena de Imperatriz com Sistema de Compras, vemos uma imperatriz vestida em seda vermelha e dourada, com joias elaboradas, sentada tranquilamente num sofá moderno — mas não é um sofá qualquer: é um sofá branco com detalhes laranja, ao lado de mesas redondas com copos de vidro e uma garrafa d’água. Ela segura um controle remoto como se fosse um cetro, e a cada clique, a TV exibe cenas que parecem refletir suas próprias emoções: primeiro um programa corporativo, depois um chefe charmoso, então um tigre caminhando na selva — e, por fim, até um desenho animado com um lobo triste. O imperador, de túnica verde-escura e chapéu cerimonial, entra apavorado, puxa uma espada, e ela, sem hesitar, agarra a lâmina com as duas mãos, olhando-o com uma mistura de súplica e ironia. A tensão não é política, nem bélica — é doméstica, quase cômica: ele tem medo do que está na tela; ela, do que ele fará com a espada. O mais curioso? Ela ri no final, como quem diz: ‘Você ainda acha que manda aqui?’