O Taxista Não É Um Homem Comum
Lucas Ferreira, cansado de lutas e violência, decide se afastar de tudo e se mudar para a cidade, trabalhando como um taxista comum. Ele planejava levar uma vida simples e pacata para o resto de seus dias, mas um acidente inesperado muda tudo: ele resgata as irmãs Vívia Xiver e Lídia Xiver, que foram sequestradas por bandidos. No entanto, ele logo descobre que Vívia Xiver é o alvo número um de inúmeras organizações poderosas…
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Os seguranças que não seguram nada
BAO093 e BAO063 são um duo cômico trágico: um grita, o outro mastiga semente; um acusa, o outro cochila. A tensão se dissolve em risadas quando o suor do colete vira camiseta de regata. Em *O Taxista Não É Um Homem Comum*, a autoridade é tão frágil quanto o papel-moeda na mesa — e tão fácil de rasgar.
O olho roxo que conta mais que diálogos
O hematoma no olho do protagonista não é acidente — é credencial. Cada vez que ele sorri, o inchaço parece piscar, dizendo: 'Eu já perdi, mas ainda controlo o jogo'. Numa sala cheia de câmeras e regras, ele é o único que entende que o verdadeiro dado está nas mãos, não na mesa. *O Taxista Não É Um Homem Comum* é sobre quem vence sem jogar.
Dinheiro, sementes e silêncio
Notas cor-de-rosa, cascas de girassol, um copo fumegante — a mesa é um altar caótico. Enquanto os seguranças discutem, o jovem conta dinheiro com calma de quem já sabe o final. *O Taxista Não É Um Homem Comum* usa o cotidiano como palco: aqui, até o barulho das sementes é parte da trilha sonora da derrota alheia. 🌻
Quando o uniforme perde a gravidade
O momento em que BAO093 tira o colete e fica só de regata é o clímax simbólico: a instituição desmorona, sobra o homem — e ele ri. O poder não está no distintivo, mas na capacidade de transformar humilhação em piada. Em *O Taxista Não É Um Homem Comum*, até o caos tem ritmo, e o riso é a única resposta válida ao absurdo.
O copo que revela tudo
A cena do copo preto virado com dados perfeitos é pura metáfora: o jogo está viciado, mas ninguém quer admitir. O jovem de moletom sorri como quem já viu o roteiro — e talvez tenha escrito ele. 🎲 *O Taxista Não É Um Homem Comum* brinca com a ilusão da justiça, enquanto as sementes de girassol espalhadas lembram os restos de uma aposta perdida.