O Taxista Não É Um Homem Comum
Lucas Ferreira, cansado de lutas e violência, decide se afastar de tudo e se mudar para a cidade, trabalhando como um taxista comum. Ele planejava levar uma vida simples e pacata para o resto de seus dias, mas um acidente inesperado muda tudo: ele resgata as irmãs Vívia Xiver e Lídia Xiver, que foram sequestradas por bandidos. No entanto, ele logo descobre que Vívia Xiver é o alvo número um de inúmeras organizações poderosas…
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Ela não fala, mas controla tudo
A mulher de blazer bege observa em silêncio, mas cada movimento de sua sobrancelha diz mais que um monólogo. Em *O Taxista Não É Um Homem Comum*, o poder não está no microfone — está na pausa antes da palavra. 👁️
O homem no chão é a chave da trama
Sentado contra a cortina, ele ri com sangue nos dentes — uma ironia perfeita. Sua aparente fraqueza esconde uma narrativa paralela. Em *O Taxista Não É Um Homem Comum*, até o coadjuvante tem segredos que fazem o chão tremer. 🪞
O telefonema que muda tudo
Quando ele levanta o celular, o ar congela. A câmera foca na veia do pescoço, no suor, na respiração contida. Em *O Taxista Não É Um Homem Comum*, um único toque pode desencadear o caos — e ninguém vê isso chegando. 📱
O abraço que não acontece
As mãos se encontram sobre a mesa, mas não se tocam. A tensão romântica entre eles é tão densa que até o policial ao fundo parece desconfortável. Em *O Taxista Não É Um Homem Comum*, o desejo é o crime mais silencioso. 💔
O sangue no canto da boca não é efeito especial
A expressão de pânico do protagonista enquanto é segurado por dois homens — com o sangue escorrendo lentamente — cria uma tensão visceral. O diretor de *O Taxista Não É Um Homem Comum* entende que o verdadeiro horror está nos olhos, não nas cicatrizes. 🩸